Retail First - O consumidor do futuro 2021
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Postado em 13/05/2020

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Destaque para três sentimentos do consumidor que estão emergindo e mostramos como as marcas podem se alinhar e engajar com esses clientes. O mais impressionante para mim é a profunda empatia que está se desenvolvendo como reação à cultura do ódio.
 
Rodeada por um turbilhão de energias negativas, uma parte desses consumidores do futuro – os guardiões da empatia – representam um contraponto. As marcas que se mostrarem humildes e autênticas vão agradar esse público. As empresas que  admitirem seus erros e mostrarem um comprometimento a longo prazo
com a responsabilidade social corporativa terão um impacto positivo.
 
Um espírito de progresso semelhante é detectado entre os criadores de mercado. Representados pela crescente população jovem da África, da Índia e do sudeste asiático, esse grupo se fortalece cada vez mais. Irão conquistar esse público as marcas que criarem novas formas e maneiras de comprar, encorajando o comércio direto e explorando as oportunidades de varejo em novos e estimulantes “terceiros espaços”, o que será fundamental.
 
O terceiro sentimento apontado neste White paper pode não ser tão positivo como os dois anteriores, mas penso que ele indica um caminho positivo para as marcas. Sentindo o peso da pressão devido a uma enorme variedade de opções, “os compressionalistas” estão buscando organizar e simplificar o seu estilo de vida. Para
as marcas, esse é um incentivo para simplificar suas coleções, facilitar a experiência digital, além de usar a inteligência artificial e o aprendizado das máquinas para o bem.
 
 
A polarização da renda, a confiança da China e a iminente destruição do planeta vão moldar os consumidores do futuro. As marcas só conseguirão navegar nesse contexto e sobreviver se entenderem esses desafios.

As formas de comprar estão se transformando, porque as prioridades do consumidor não param de mudar.
 
A pesquisa resulta em três grupos de consumidores que vão impulsionar as vendas e o engajamento em 2021.

 Retail First - O consumidor do futuro 2021 1º propulsor: O fim do excesso. À medida que o consumo responsável chega ao mainstream e o interesse por produtos e processos sustentáveis dispara, a redução da quantidade de matéria-prima usada nas cadeias de suprimento será objeto de atenção.
Adaptação às mudanças climáticas. À medida que as empresas mudam de atitude para atender a um público mais consciente, também terão que se adaptar ao impacto das mudanças climáticas sobre temas como cadeia de suprimentos, disponibilidade de matéria-prima, mercado imobiliário e alterações demográficas de mercado causadas pela imigração.
 
Os segmentos que usam matéria-prima natural, como a indústria de café e cerveja, já estão pressionados pelas mudanças climáticas e precisam se adaptar.
A Starbucks fez um investimento de US$ 500 milhões em dez anos para pesquisar grãos resistentes ao clima. A empresa divulga abertamente os resultados para espalhar as melhores práticas de modo mais ágil e já ajuda a adaptação dos fazendeiros em oito centros localizados em três continentes. A indústria da cerveja já faz algo similar para combater a seca que ameaça as plantações de cevada.

2º propulsor: A grande cisão econômica. Haverá uma maior polarização da renda, com o encolhimento do poder aquisitivo da classe média nos países economicamente desenvolvidos. A desigualdade econômica vem crescendo e a
diferença entre ricos e pobres aumenta.

Polarização demográfica. Em muitos países, a população está vivendo mais e as taxas de natalidade estão caindo. Esse cenário começa a criar um conflito geracional, já que os jovens precisam arcar com custos públicos cada vez maiores para garantir
assistência aos idosos.
 
3 perfis dos “novos” consumidores:
 
1º Os compressionalistas: Para ajudar esse grupo sem tempo e sob pressão, facilite a experiência digital e simplifique a experiência de compra.
Medo do fracasso · Sob pressão · Exaustos Perfeccionistas · Ansiosos · Síndrome do super-homem Sempre conectados · Distraídos · Procrastinadores · Tempo escasso
 
3 formas de engajá-los:

 
  1. E-commerce simples e organizado: Investir em uma experiência descomplicada
  2. Ajuda da IA: Em 2021, a próxima fronteira a ser desbravada será o uso de dados para criar soluções de compra que não causem estresse
  3. Aposte na venda direta ao consumidor: As marcas que vendem direto ao consumidor adotam uma mentalidade diferente, voltada para a ideia de que “menos significa mais”, disponibilizando um número menor de SKUs (unidades de manutenção de estoque), que é suficiente para satisfazer à demanda e garantir a exclusividade.
 
 
2º Os guardiões da empatia: um público que espera ações cotidianas de generosidade por parte das marcas

Generosos · Empreendedores discretos · Éticos · Morais Ambientalistas · Capazes de perdoar · Inclusivos Responsáveis · Ouvintes · Líderes · Solidários
 
3 formas de engajá-los:
  1. Implemente a humildade intelectual: As marcas que admitirem as próprias falhas ganharão pontos com os ‘guardiões da empatia’. As pessoas tendem a ser mais compreensivas quando uma empresa é transparente ou se desculpa publicamente.
  2. A empatia como indicador de desempenho: À medida que o marketing de massa perde espaço para o marketing com propósito, as empresas precisam investir em iniciativas de longo prazo e não em doações pontuais. Isso significa que elas devem constantemente comunicar aos consumidores suas parcerias e manter a transparência a respeito de seus fundos e recursos.
  3. As pessoas acima dos lucros: Uma estratégia controversa que está atraindo os ‘guardiões da empatia’ é quando as empresas se posicionam independente do possível impacto que pode causar no seu lucro. Isso pode ser arriscado mas tem o poder de fidelizar os clientes que compartilham dos mesmos valores da marca.
 
3º Os criadores de mercado: Atuando em conjunto, os criadores de mercado são os maiores agentes de mudança da indústria. As marcas devem procurar por terceiros espaços e venda direta para atraí-los.

Autoconfiantes · Ativos · Entusiasmados · Joviais Patriotas · Precursores · Independentes · Inovadores Não conformistas · Localistas · Empreendedores
 
 
3 formas de engajá-los:
  1. O D2C se transforma em P2P:  Da marca Depop, que lida com revendas e vem abrindo lojas pelos EUA, até a Brandless, que vem experimentando vender em espaços físicos, as marcas que vendem direto ao consumidor (D2C) estão trabalhando junto a ele para criar espaços de venda direta.
  2. Mercados do terceiro espaço: “Os adultos ficam nos perguntando por que nós adolescentes não vamos mais aos shoppings centers. Nós vamos sim. Eles é quem não estão mais indo aos shoppings centers”, diz uma menina de 16 anos, participante da pesquisa focal em grupo feita pela WGSN.
Os shoppings em questão são terceiros espaços, um universo online onde adolescentes e crianças passam tempo nos intervalos entre a vida doméstica e a profissional ou escolar. Para as gerações mais jovens, não existe fronteira entre o mundo físico e virtual e esses “terceiros espaços” estão prontos para engajá-los.
  1. A cadeia de suprimento reversa cresce e se simplifica: O comércio de revenda continua a ganhar participação de mercado sobre o comércio tradicional fazendo até com que a Amazon entre no setor derevenda.

A empresa tem vendido itens devolvidos em plataformas de descontos como a Liquidation.com, que por sua vez, leiloam uma gama de produtos aos consumidores, que os renegociam em sites de revenda.
 
Seis maneiras de obter sucesso em 2021
  1. Organize a linguagem visual
  2. Invista nos produtos-chave: Perspectiva “menos é mais”
  3. Priorize a filantropia corporativa: investimento com impacto social
  4. Procure vender direto ao consumidor
  5. Aposte na revenda
  6. Inove as transmissões ao vivo: Direcione ao público-alvo. Venda uma visão de mundo.

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